4 de agosto de 2010

absence

photo by robson padilha

" a ausência diminui as paixões medíocres e aumentam as grandes, assim como o vento apaga as velas, mas atiça as fogueiras. "

- desconhecido

3 de agosto de 2010

love, love, love!

photo by gisele

" o amor é um anzol que, quando se engole, agadanha-se logo no coração da gente, donde se não é com jeito, o maldito rasga, esburaca e se aprofunda. "

a moreninha
joaquim manuel de macedo

the love

photo by robson padilha

" o amor faz o velho criança, o sábio doido, o rei humilde cativo; faz mesmo, às vezes, com que o feio pareça bonito e o grão de areia um gigante. "

a moreninha
joaquim manuel de macedo

2 de agosto de 2010

p.s.


o meu negócio é criar.
o que a gente faz não importa. "

p.s.: i love you

1 de agosto de 2010

sun!

photo by ane briondaro

" prefiro correr atrás do sol a esperar que ele venha incidir sobre mim. "

eu sou o mensageiro
markus zusak

true

photo by robson padilha

" é inegável como a verdade pode ser brutal às vezes. só dá para admirá-la. geralmente passamos a vida acreditando em nós mesmo. 'eu tô bem', dizemos. 'tá tudo bem.' mas às vezes a verdade pega no pé e não te santo que a faça desgrudar. e aí que percebemos que às vezes ela nem chega a ser uma resposta, mas sim uma pergunta. mesmo agora, estou aqui pensando até que ponto minha vida é convincente. "

eu sou o mensageiro
markus zusak

Hans.


" hans. o papai. era alto na cama, e vi a prata por entre suas pálpebras. sua alma sentou-se. veio ao meu encontro. as almas desse tipo sempre o fazem - as melhores. as que levantam e dizem: 'sei quem você é e estou pronta. não que eu queira ir, é claro, mas irei. ' essas almas são sempre leves, porque um número maior delas foi dispensado. um número maior delas já encontrou o caminho para outros lugares. essa foi despachada pelo sopro de um acordeão, pelo estranho sabor de champanhe no verão e pela arte de cumprir promessas. ele deitou em meus braços e descansou. houve um pulmão comichando por um último cigarro, e um imensa atração magnética pelo porão, pela menina que era sua filha e estava escrevendo um livro lá embaixo, um livro que um dia ele esperava ler. liesel. foi a palavra que sua alma sussurou quando o carreguei. mas não havia liesel naquela casa. não para mim, pelo menos. "

a menina que roubava livros
markus zusak